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De olho em restrição, agência francesa alerta que redes sociais prejudicam adolescentes

in Tecnologia
Tempo de leitura: 3 mins read
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Início » De olho em restrição, agência francesa alerta que redes sociais prejudicam adolescentes

Vários países ao redor do mundo estão considerando tomar medidas para regular o acesso às redes sociais mais populares entre os jovens, como Facebook, Instagram, TikTok e Snapchat. Essas plataformas, que se tornaram parte integrante da vida de milhões de pessoas, especialmente dos mais jovens, estão enfrentando uma série de questões relacionadas ao uso excessivo, conteúdo inapropriado e até mesmo problemas de segurança. Diante dessas preocupações, governos de diferentes países estão buscando maneiras de proteger seus cidadãos, especialmente os mais vulneráveis, e promover um ambiente saudável e seguro nas redes sociais.

O Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 2,8 bilhões de usuários ativos, tem sido alvo de críticas por permitir a disseminação de conteúdo nocivo, como notícias falsas, discurso de ódio e bullying. Além disso, a plataforma é frequentemente acusada de coletar e compartilhar dados de seus usuários, violando a privacidade e segurança das informações pessoais. Diante dessas preocupações, governos de diversos países têm buscado regulamentar o Facebook e impor medidas mais rigorosas para proteger seus cidadãos.

Na Alemanha, o governo aprovou a Lei de Execução da Rede Social em 2017, que exige que as plataformas de mídia social removam conteúdo ilegal, como discurso de ódio, dentro de um prazo de 24 horas após a denúncia. Além disso, as empresas de mídia social devem implementar medidas para prevenir a disseminação de conteúdo ofensivo e fornecer canais de denúncia para que os usuários possam relatar abusos. Essa iniciativa foi um grande passo para combater o discurso de ódio e promover um ambiente mais seguro na internet.

Outro país que tem considerado medidas para regular o acesso às redes sociais é o Reino Unido. Em 2019, o governo propôs um novo código de conduta para as plataformas de mídia social, que inclui medidas para proteger as crianças e os jovens de conteúdos prejudiciais e garantir a transparência em relação à coleta de dados. Além disso, o Reino Unido tem trabalhado em conjunto com outros países, como Canadá, França e Nova Zelândia, para combater o discurso de ódio e a desinformação nas redes sociais.

No Brasil, a discussão sobre a regulamentação das redes sociais também tem ganhado destaque. O país é um dos maiores usuários de redes sociais do mundo, com mais de 120 milhões de usuários ativos no Facebook e cerca de 60 milhões no Instagram. Em 2020, foi criado um projeto de lei que prevê regras para as plataformas de mídia social, incluindo a proibição de perfis falsos e a responsabilização das empresas por conteúdo ilegal ou prejudicial disponibilizado por terceiros. A proposta ainda está em discussão, mas já vem gerando debates sobre a importância de regular as redes sociais no país.

Além do Facebook, outras redes sociais também estão sob os holofotes dos governos. O TikTok, aplicativo de compartilhamento de vídeos curtos que tem ganhado popularidade entre os jovens, foi banido em alguns países, como a Índia, devido a preocupações com a segurança dos dados dos usuários. No entanto, a empresa tem trabalhado para melhorar suas políticas de privacidade e segurança e se adaptar às regulamentações dos países onde atua.

O Snapchat, conhecido por seus recursos de mensagens que desaparecem após um tempo determinado, também está enfrentando desafios em relação à privacidade e segurança de seus usuários. O aplicativo foi investigado em diferentes países por supostamente coletar dados de seus usuários sem o consentimento adequ

Tags: Prime Plus
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