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Primeiras estrelas do universo eram milhares de vezes maiores que o Sol

in Ciência
Tempo de leitura: 2 mins read
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Início » Primeiras estrelas do universo eram milhares de vezes maiores que o Sol

Evidências observadas pelo telescópio James Webb indicam que esses corpos celestes podem ter dado origem aos primeiros buracos negros supermassivos.

O universo é um lugar fascinante e misterioso, cheio de segredos que ainda estão sendo descobertos pelos cientistas. Um desses segredos são os buracos negros, objetos celestes com uma força gravitacional tão intensa que nem mesmo a luz consegue escapar deles. Mas como esses buracos negros se formaram? Uma nova descoberta feita pelo telescópio James Webb pode nos dar algumas respostas.

O telescópio James Webb é o sucessor do famoso Hubble e está sendo considerado o mais poderoso telescópio já construído. Ele foi lançado em 25 de dezembro de 2021 e está em uma órbita a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra. Sua missão é explorar o universo em comprimentos de onda infravermelha, permitindo que os cientistas vejam objetos celestes que não podem ser observados em outras faixas de luz.

Desde o seu lançamento, o James Webb tem nos proporcionado imagens incríveis e revelações surpreendentes sobre o universo. E uma dessas descobertas foi a possível origem dos primeiros buracos negros supermassivos.

De acordo com as teorias atuais, os buracos negros se formam a partir do colapso de estrelas massivas. Quando uma estrela esgota seu combustível nuclear, ela entra em colapso sob sua própria gravidade, formando um buraco negro. Mas essa teoria não explica como surgiram os buracos negros supermassivos, que são milhões ou até bilhões de vezes mais massivos do que o nosso Sol.

Foi aí que o James Webb entrou em cena. Utilizando seu poderoso espectrógrafo, os cientistas observaram uma região do universo conhecida como “Crepúsculo Cósmico”. Essa região é considerada um berçário de galáxias, onde ocorrem intensas formações estelares. E foi lá que eles encontraram evidências de que essas galáxias podem ter dado origem aos primeiros buracos negros supermassivos.

Os cientistas descobriram que as galáxias nessa região possuem uma grande quantidade de gás molecular, que é o combustível necessário para a formação de estrelas. Mas o que chamou a atenção foi que o gás estava se movendo em direções opostas, indicando que as galáxias estavam em processo de fusão. E é nesse processo que os buracos negros supermassivos podem ter se formado.

Quando duas galáxias se fundem, seus buracos negros centrais também se fundem, criando um buraco negro ainda maior. E conforme mais gás é atraído para o centro, o buraco negro continua crescendo, até atingir proporções supermassivas.

Essa descoberta é extremamente importante, pois pode nos ajudar a entender melhor a evolução das galáxias e dos buracos negros. Além disso, ela também pode nos dar pistas sobre como o universo se formou e como ele continuará evoluindo.

Mas essa não é a única descoberta feita pelo James Webb. O telescópio também encontrou evidências de que as galáxias nessa região estão passando por um período de intensa formação estelar, o que pode ser um indicativo de que elas estão se preparando para uma fusão. Isso significa que podemos esperar ainda mais buracos negros supermassivos no futuro.

Essas descobertas são apenas o começo do que o James Webb pode nos revelar sobre o universo. Com sua tecnologia avançada, ele está nos proporcionando uma visão mais clara e profunda do cosmos, nos ajudando a desvendar seus mistéri

Tags: Prime Plus
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