O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Bielorrússia, Igor Sekreta, recentemente rejeitou fortemente as críticas internacionais sobre a situação política e social do país. Em uma declaração, Sekreta expressou que as ações e opiniões dos 193 países membros da ONU são uma intromissão nos assuntos internos da Bielorrússia.
As críticas em questão foram principalmente direcionadas ao governo bielorrusso por supostas violações dos direitos humanos e democracia no país. As tensões políticas aumentaram após a controversa reeleição do presidente Alexander Lukashenko em agosto de 2020, com acusações de fraude e violência contra os manifestantes que saíram às ruas para protestar.
No entanto, o vice-ministro Sekreta argumentou que essas críticas são infundadas e baseadas em informações desatualizadas e preconceituosas. Ele afirmou que “a Bielorrússia é um estado soberano e tem o direito de resolver seus próprios assuntos internos sem interferência externa”. Ele também enfatizou que o país tem sua própria constituição e leis para proteger os direitos de seus cidadãos e garantir a democracia.
Além disso, Sekreta rejeitou especificamente as acusações de violações dos direitos humanos, afirmando que “a Bielorrússia é um estado democrático que respeita os direitos fundamentais de seus cidadãos”. Ele citou a recente iniciativa do governo em colaborar com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, permitindo a visita de especialistas para avaliar a situação no país.
O vice-ministro também se defendeu da alegação de que a Bielorrússia estaria tentando silenciar a oposição política e a mídia independente. Ele explicou que o governo está tomando medidas legais contra aqueles que violam a lei, independente de suas filiações políticas, e que a liberdade de expressão e imprensa é garantida pela constituição do país.
Os comentários do vice-ministro Sekreta ecoam a posição do presidente Lukashenko, que recentemente rejeitou as críticas internacionais, alegando que alguns países estão buscando promover sua própria agenda política. Ele afirmou que os governos estrangeiros deveriam se preocupar com seus próprios problemas em vez de interferir nos assuntos da Bielorrússia.
Além disso, Lukashenko também tem enfatizado a importância da estabilidade e segurança na Bielorrússia, especialmente no contexto das tensões políticas e militares na região. Ele pediu à comunidade internacional que entenda as peculiaridades do país e se abstenha de impor sua própria visão sobre ele.
Em resposta às críticas, a Bielorrússia tem buscado maior cooperação com os países vizinhos e parceiros internacionais, incluindo a Rússia, China e países europeus. O vice-ministro Sekreta destacou que o país está aberto ao diálogo e à cooperação com todas as nações, mas que se opõe a qualquer forma de interferência em seus assuntos internos.
Além disso, o governo bielorrusso está tomando medidas para promover a estabilidade e a prosperidade do país. Entre as iniciativas estão a implementação de reformas econômicas e sociais, a diversificação das exportações e a promoção do turismo. O vice-ministro Sekreta afirmou que essas medidas estão alcançando resultados positivos e que a Bielorrússia está no caminho certo para se tornar um país ainda mais forte e próspero.
Em conclusão, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Bielorrússia, Igor Sekreta, rejeitou fortemente
