No dia 5 de novembro de 2021, a China lançou com sucesso o foguete Longa Marcha 5B, levando a bordo o primeiro modelo de sua nova geração de foguetes, o Zhuque-2E Y1. Essa nova versão vem com uma inovação importante: o uso de oxigênio líquido e metano como combustível, tornando-o mais eficiente e com um menor impacto ambiental em comparação com o modelo anterior.
O lançamento do Zhuque-2E Y1 marca um grande avanço para a China no campo da exploração espacial. O país tem investido fortemente em seu programa espacial e tem alcançado grandes conquistas nos últimos anos. Com o lançamento deste novo foguete, a China mostra mais uma vez sua determinação em se tornar uma potência espacial.
Uma das principais mudanças do Zhuque-2E Y1 em relação ao seu antecessor, o Zhuque-2, é o uso de oxigênio líquido e metano como combustível. Essa combinação é considerada mais limpa e eficiente do que a utilizada no modelo anterior, que usava querosene e oxigênio líquido. O metano é um combustível mais limpo, pois emite menos dióxido de carbono e outros gases nocivos à atmosfera. Além disso, o uso de oxigênio líquido como oxidante é mais eficiente do que o oxigênio gasoso, o que resulta em um consumo de combustível mais baixo.
Com essa nova tecnologia, o Zhuque-2E Y1 tem um impacto ambiental reduzido em comparação com o modelo anterior. Isso é um grande avanço para a China, que tem se comprometido a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e a combater as mudanças climáticas. O país tem investido em tecnologias limpas e sustentáveis em diferentes setores e, agora, também demonstra seu compromisso com a exploração espacial sustentável.
Além disso, o uso de oxigênio líquido e metano também traz outras vantagens para o Zhuque-2E Y1. Com essa combinação, o foguete é capaz de gerar mais impulso e, consequentemente, atingir uma maior velocidade em relação ao modelo anterior. Isso significa que ele pode transportar uma carga útil maior ou chegar a destinos mais distantes no espaço. Essa é uma vantagem significativa para a China, que tem planos ambiciosos de explorar a Lua e até mesmo Marte.
Outra melhoria do Zhuque-2E Y1 é o seu sistema de propulsão, que é mais avançado e confiável do que o do modelo anterior. Isso aumenta a segurança do foguete e reduz o risco de falhas durante o lançamento. Além disso, o Zhuque-2E Y1 é capaz de realizar manobras orbitais mais precisas, o que é crucial para missões espaciais complexas.
A primeira missão do Zhuque-2E Y1 foi um sucesso. O foguete colocou em órbita o satélite experimental Tiantong-1, que será usado para testar a tecnologia de comunicação por satélite. Esse é apenas o começo para o Zhuque-2E Y1, que tem uma capacidade de carga útil de até 14 toneladas para órbitas baixas e 5 toneladas para órbitas geoestacionárias. Isso o torna um foguete versátil e capaz de atender às necessidades de diferentes tipos de missões.
Com o sucesso do lançamento do Zhuque-2E Y1, a China se consolida como uma potência espacial em ascensão. O país tem planos ambiciosos para o futuro, incluindo a construção de uma
