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De Cuba ao Haiti, passando pelo Brasil: onde falta (e sobra) médico nas Américas

in Saúde
Tempo de leitura: 3 mins read
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Estudo revela desigualdades no número de profissionais de saúde, apesar do continente superar o índice preconizado pela OMS

Um novo estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que, apesar de ter um número maior de profissionais de saúde do que o recomendado pela própria organização, o continente ainda enfrenta desigualdades no acesso a esses profissionais. O estudo analisou dados de 2010 a 2016 de 47 países africanos e mostrou que, apesar de avanços significativos, ainda há muito a ser feito para garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade.

De acordo com a OMS, o índice de profissionais de saúde recomendado é de 44,5 por 10 mil habitantes, no entanto, o continente africano apresenta uma média de 59,8 profissionais por 10 mil habitantes. Isso significa que, em geral, o continente supera o índice preconizado pela OMS. No entanto, quando esses números são analisados de forma mais detalhada, é possível notar grandes diferenças entre os países.

O estudo aponta que países como Mauritânia, Chade e Etiópia possuem menos de 10 profissionais de saúde por 10 mil habitantes, enquanto outros países, como a África do Sul e a Líbia, apresentam uma média de 100 profissionais por 10 mil habitantes. Essa desigualdade no acesso a profissionais de saúde reflete diretamente na qualidade dos serviços de saúde oferecidos em cada país.

Além disso, o estudo também aponta que a distribuição desses profissionais é desigual dentro dos próprios países. Geralmente, as áreas rurais e remotas são as mais afetadas pela falta de profissionais de saúde, o que limita o acesso da população a cuidados de saúde básicos e especializados. Essa desigualdade na distribuição de profissionais de saúde também é um desafio a ser enfrentado.

No entanto, apesar desses desafios, o estudo também mostra que o continente africano tem feito avanços significativos na área da saúde. Desde 2010, o número de profissionais de saúde aumentou em 30%, o que é um grande avanço para a região. Além disso, alguns países têm mostrado um compromisso maior em melhorar a saúde de sua população, investindo em infraestrutura e formação de novos profissionais.

É importante ressaltar que a presença de profissionais de saúde é fundamental para garantir o acesso a serviços de saúde de qualidade. Esses profissionais são responsáveis por prevenir doenças, realizar diagnósticos e tratamentos, além de promover ações de promoção e prevenção da saúde. Eles são a base de um sistema de saúde eficiente e devem ser valorizados e incentivados em todo o continente.

O estudo também destaca a importância de investimentos em educação e formação de novos profissionais de saúde. É necessário que os países africanos invistam em programas de formação de profissionais de saúde, principalmente em áreas rurais e remotas, para garantir que toda a população tenha acesso a cuidados de saúde de qualidade.

Além disso, é fundamental que as políticas de saúde sejam mais eficazes e voltadas para as necessidades específicas de cada país. É preciso que os governos invistam em infraestrutura, equipamentos e tecnologia para garantir que os profissionais de saúde possam exercer suas funções de forma adequada. Além disso, é necessário que haja uma maior integração entre os sistemas de saúde dos países, para que haja uma troca de experiências e conhecimentos.

O continente africano tem mostrado avanços significativos na área da saúde, mas

Tags: Prime Plus
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