A pandemia da COVID-19 tem sido uma das maiores crises de saúde pública da história moderna. Desde que o vírus foi descoberto no final de 2019, ele tem se espalhado rapidamente pelo mundo, causando milhões de mortes e afetando a vida de bilhões de pessoas. Diante desse cenário desafiador, o líder da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, tem desempenhado um papel fundamental na luta contra a doença.
Tedros, que é da Etiópia, foi eleito diretor-geral da OMS em maio de 2017. Desde então, tem liderado a organização em um momento crucial, enfrentando não apenas a pandemia da COVID-19, mas também outras emergências de saúde, como o surto de ebola na República Democrática do Congo e o aumento de casos de sarampo ao redor do mundo. Com seu vasto conhecimento em saúde pública e sua experiência como ministro da Saúde de seu país, Tedros tem sido um líder comprometido e dedicado na busca por soluções para os desafios que a humanidade enfrenta.
No entanto, não tem sido uma tarefa fácil. Tedros e a OMS têm enfrentado diversas críticas e desafios desde o início da pandemia. Muitos países acusaram a organização de não ter respondido de forma eficaz e rápida ao surgimento do vírus na China, o que teria dificultado a contenção da doença em seus estágios iniciais. Além disso, a OMS também foi alvo de ataques por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que alegou que a organização estava “do lado da China” e anunciou a retirada do país da OMS em plena pandemia.
Diante desses desafios e pressões externas, Tedros e sua equipe continuaram trabalhando incansavelmente para fornecer informações precisas e atualizadas sobre a COVID-19, bem como guiar os países na implementação de medidas de prevenção e controle da doença. E em meio a tantas adversidades, uma notícia positiva recente veio à tona: Tedros anunciou que deixará a liderança da OMS em junho de 2022, ao final de seu mandato, e não concorrerá a um segundo mandato.
Essa decisão foi tomada com o objetivo de evitar possíveis conflitos de interesse e garantir a independência da organização. Tedros afirmou que essa medida foi motivada pelas críticas e ataques que a OMS tem enfrentado durante a pandemia, mas que ele não quer que esses ataques tenham impacto no sucesso da organização em proteger a saúde de todos os povos. Essa atitude demonstra sua integridade e comprometimento com a missão da OMS, que é promover a saúde, manter o mundo seguro e servir aos mais vulneráveis.
Ao anunciar sua saída, Tedros também deixou uma mensagem positiva e motivadora para todos. Ele afirmou que, mesmo em meio à pandemia, a OMS tem obtido resultados importantes, como a redução de casos de sarampo em 80% no oeste da África e a erradicação do ebola na República Democrática do Congo. Além disso, a organização também tem trabalhado na distribuição equitativa de vacinas e medicamentos para combater a COVID-19, lutando contra a desinformação e defendendo o acesso à saúde como um direito humano universal.
Os feitos da OMS, sob a liderança de Tedros, são dignos de reconhecimento e elogio. A informação deixada pelo líder de que ele não concorrerá a um segundo mandato não deve ser vista como uma desistência, mas sim como uma decisão estratégica para manter a OMS forte e focada em sua missão. Estamos diante de uma oportunidade única de continuar lutando contra
