Alexandre Hohl tira dúvidas sobre efeitos, sintomas e reações adversas associadas à falta e ao excesso do hormônio
O equilíbrio hormonal é essencial para o bom funcionamento do nosso corpo. E um dos hormônios mais importantes é o hormônio, responsável por regular diversas funções do organismo. No entanto, quando há um desequilíbrio na produção desse hormônio, podem surgir diversos efeitos, sintomas e reações adversas que podem afetar a saúde e o bem-estar das pessoas. Para esclarecer essas questões, o endocrinologista Alexandre Hohl tem se dedicado a tirar dúvidas sobre os efeitos, sintomas e reações adversas associadas à falta e ao excesso do hormônio.
A falta do hormônio, também conhecida como hipotireoidismo, é uma condição em que a glândula tireoide não produz a quantidade suficiente do hormônio. Isso pode acontecer por diversos motivos, como doenças autoimunes, deficiência de iodo, cirurgias na tireoide, entre outros. Os sintomas mais comuns do hipotireoidismo incluem fadiga, ganho de peso, pele seca, queda de cabelo, constipação, entre outros. Além disso, a falta do hormônio pode levar a problemas de saúde mais graves, como doenças cardiovasculares, infertilidade e até mesmo depressão.
Já o excesso do hormônio, conhecido como hipertireoidismo, é quando a glândula tireoide produz uma quantidade maior do que o necessário do hormônio. As causas mais comuns são a doença de Graves, nódulos na tireoide e inflamação da glândula. Os sintomas do hipertireoidismo incluem perda de peso, aumento da frequência cardíaca, ansiedade, tremores, sudorese excessiva, entre outros. Se não tratado, o excesso do hormônio pode levar a complicações como osteoporose, problemas cardíacos e até mesmo coma.
É importante ressaltar que tanto a falta quanto o excesso do hormônio podem afetar pessoas de todas as idades, mas é mais comum em mulheres acima de 60 anos. Por isso, é fundamental estar atento aos sinais e sintomas e procurar um médico endocrinologista para realizar exames e obter um diagnóstico preciso.
Além dos efeitos e sintomas, a falta e o excesso do hormônio também podem causar reações adversas no organismo. No caso do hipotireoidismo, a falta do hormônio pode levar a um aumento do colesterol, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Já no hipertireoidismo, o excesso do hormônio pode causar fraqueza muscular, alterações no ciclo menstrual e até mesmo problemas oculares, como a doença de Graves.
Para tratar a falta e o excesso do hormônio, o endocrinologista Alexandre Hohl explica que é necessário um acompanhamento médico e o uso de medicamentos específicos. No caso do hipotireoidismo, o tratamento consiste na reposição do hormônio através de medicamentos orais. Já no hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicamentos para controlar a produção do hormônio, terapia com iodo radioativo ou até mesmo cirurgia para remover parte da glândula tireoide.
Além disso, é importante adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos, para ajudar no tratamento e no controle dos níveis hormonais. O acompanhamento médico é fundamental para monitorar a evolução do tratamento e ajustar a dosagem dos medicamentos, se necessário.
Em resumo, a falta e o excesso do hormônio podem caus
